Administração – Princípios e Tendências – 2ª Edição

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REF: FG201620295 Categoria

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Capa e páginas levemente manchadas nas marcas de corte devido ao uso, grifos feitos com marca-texto e a caneta ao longo das páginas. Descrição
Os administradores do novo milênio começam a enfrentar situações inimagináveis, o que reforça a necessidade de aprender com segurança os conceitos básicos, de forma a saber aplicá-los a problemas novos. ´Administração – Princípios e Tendências´, de Francisco Lacombe e Gilberto Heilborn, introduz conceitos básicos de administração. Os primeiros capítulos privilegiam uma concepção mecanicista das organizações, sem excluir os enriquecimentos proporcionados pelas inovações recentes na administração. A partir do sexto capítulo a preocupação foi priorizar as formas modernas de administrar, além de incorporar os pensamentos dos autores mais recentes. O objetivo é proporcionar sólida base aos que se iniciam no assunto, sobre a qual possa ser edificado um bom conjunto de conhecimentos que serão úteis a todos os que se dedicam à administração. Lançado pela Editora Saraiva, alia a teoria à prática, traz inúmeros exemplos e aplicações, proporcionando uma visão abrangente e integrada de como são utilizados os principais conceitos estudados.

PARTE 1 – CONCEITOS BÁSICOS

Capítulo 1 – O Administrador
1.1 O QUE SE ESPERA DE UM ADMINISTRADOR
1.1.1 O papel básico e o perfil do administrador
1.1.2 Como se preparar para administrar
1.1.3 O administrador deve fazer acontecer
1.1.4 Aprende-se administração a vida toda
1.2 AS HABILIDADES DO ADMINISTRADOR
1.2.1 Existe o administrador ideal para qualquer situação?
1.2.2 A habilidade técnica
1.2.3 A habilidade humana
1.2.4 A habilidade conceitual (visão sistêmica)
1.2.5 A necessidade de cada habilidade em função do nível hierárquico

Capítulo 2 – As Organizações
2.1 O PAPEL DAS ORGANIZAÇÕES
2.1.1 Tudo acontece por meio de organizações
2.1.2 A origem das organizações
2.1.3 A organização mais simples possível
2.1.4 Níveis intermediários de liderança
2.1.5 A complexidade de organizações modernas
2.2 ORGANIZAR E ORGANIZAÇÃO
2.2.1 O processo de organizar e o resultado do processo
2.2.2 O sistema organizacional e seu ambiente externo
2.3 O OBJETIVO
2.3.1 Identificação do objetivo da organização
2.3.2 A necessidade de um objetivo
2.4 AS ATIVIDADES EXECUTADAS NA ORGANIZAÇÃO
2.4.1 A relação das atividades
2.4.2 Classificação das atividades quanto ao nível
2.4.3 Classificação das atividades quanto aos fins

Capítulo 3 – A Administração
3.1 AS ESCOLAS DE ADMINISTRAÇÃO
3.1.1 O período pré-industrial
3.1.2 As teorias das organizações
3.2 AS FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR
3.2.1 Dedução lógica
3.2.2 Contribuições de Taylor
3.2.3 Contribuições de Fayol
3.2.4 Atividades administrativas segundo vários autores
3.2.5 Síntese das atividades gerenciais
3.2.6 Liderar, administrar e fazer
3.3 DEFINIÇÕES DE ADMINISTRAÇÃO
3.3.1 Conceituação tradicional
3.3.2 Abordagem da eficiência dos recursos
3.3.3 A definição de administrar
3.3.4 Definição sintética das funções do administrador
3.3.5 Como a atividade administrativa é exercida
3.3.6 Os significados da palavra administrar
3.4 PRODUTIVIDADE, EFICIÊNCIA E EFICÁCIA
Apêndice: a direção superior: o conselho de administração e o principal executivo

PARTE 2 – PRINCÍPIOS DE ORGANIZAÇÃO

Capítulo 4 – Organização
4.1 O PROCESSO DE ORGANIZAR
4.1.1 Órgão
4.1.2 Níveis hierárquicos dos órgãos
4.1.3 Departamentalização
4.1.4 Fatores a considerar na escolha do critério de departamentalização
4.1.5 A existência de muitas alternativas
4.2 RELAÇÕES FORMAIS NA ORGANIZAÇÃO
4.2.1 As relações formais possíveis
4.2.2 Autoridade de linha
4.2.3 Relação de assessoria
4.2.4 Autoridade funcional
4.2.5 Autoridade de fiscalização
4.2.6 Relação de prestação de serviços
4.2.7 Relações múltiplas na organização

Capítulo 5 – Organogramas
5.1 CONCEITO E IMPORTÂNCIA
5.1.1 Princípios básicos de elaboração
5.2 TIPOS DE ORGANOGRAMA
5.2.1 Organograma clássico ou vertical
5.2.2 Organogramas não-clássicos
5.3 VANTAGENS E DESVANTAGENS DOS ORGANOGRAMAS
5.4 CONCLUSÃO

Capítulo 6 – A Estrutura Organizacional
6.1 A MONTAGEM DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
6.1.1 Princípios básicos
6.1.2 As funções nas empresas
6.1.3 Modelos de organizações empresariais
6.1.4 Tipos de estruturas simples
6.1.5 Patologia organizacional
6.1.6 A organização informal
6.2 EXEMPLOS PRÁTICOS DE ESTRUTURAS
6.2.1 Roteiro para montar estruturas organizacionais
6.3 FORMALIZAÇÃO DAS ATRIBUIÇÕES
6.3.1 Funcionogramas
6.3.2 Organogramas lineares de responsabilidades
6.3.3 Descrições de funções
6.3.4 Vantagens e desvantagens das formalizações

PARTE 3 – PLANEJAMENTO E CONTROLE

Capítulo 7 – Planejamento
7.1 CONCEITOS DE PLANEJAMENTO
7.1.1 A importância do longo prazo
7.1.2 O administrador deve agir
7.1.3 Conceito de planejamento
7.1.4 Previsibilidade do futuro
7.2 TIPOS DE PLANEJAMENTO
7.2.1 Planejamento estratégico
7.2.2 Planejamento operacional
7.2.3 Produtividade, eficiência, eficácia e efetividade
7.3 COMPONENTES DO PLANEJAMENTO
7.3.1 Premissas básicas
7.3.2 Diagnóstico empresarial
7.3.3 Estimativas e projeções
7.3.4 Objetivos e metas
7.3.5 Políticas
7.3.6 Procedimentos
7.3.7 Plano, programa e projeto

Capítulo 8 – Controle
8.1 CONCEITOS BÁSICOS
8.1.1 Padrões de desempenho
8.1.2 Medidas (aferição do resultado)
8.1.3 Interpretação dos resultados
8.1.4 Ação corretiva
8.2 ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS OU POR METAS
8.2.1 Razões para o uso da administração por objetivos
8.3 CRONOGRAMAS E ORÇAMENTOS
8.3.1 Cronograma
8.3.2 PERT
8.3.3 Softwares para planejamento e controle de projetos
8.3.4 Orçamento
8.4 AS NORMAS
8.4.1 Formalização das normas
8.4.2 Termos empregados para identificar normas
8.4.3 Compilação das normas
8.4.4 A norma das normas
8.5 FLUXOGRAMAS
8.6 APRESENTAÇÃO DAS NORMAS
8.6.1 A forma de apresentação
8.6.2 O conteúdo da norma
8.6.3 Cuidados na redação das normas
Apêndice: perguntas para orientar um diagnóstico

PARTE 4 – COORDENAÇÃO

Capítulo 9 – Coordenação
9.1 O QUE É COORDENAÇÃO
9.1.1 Coordenação, essência da Administração
9.1.2 Definição e componentes da coordenação
9.1.3 Equilibrar, sincronizar e integrar
9.1.4 Estabilidade, instabilidade e coordenação
9.2 MECANISMOS DA COORDENAÇÃO
9.2.1 Ajuste espontâneo
9.2.2 Organização como mecanismo da coordenação
9.2.3 O uso dos mecanismos de coordenação
9.3 COMUNICAÇÃO
9.3.1 Comunicação: instrumento da coordenação
9.3.2 O processo de comunicação
9.3.3 A importância da comunicação para administrar
9.3.4 Os meios de comunicação
9.3.5 Administração e trabalho a distância
9.3.6 A informática e a comunicação pessoal
9.3.7 Características da boa comunicação
9.3.8 Comunicação geral com os funcionários
9.3.9 Exemplos de má comunicação

Capítulo 10 – Comitês e Outros Grupos
10.1 ÓRGÃOS COLEGIADOS
10.1.1 Principais características dos tipos de colegiados
10.2 COMITÊS
10.2.1 Vantagens e desvantagens dos comitês
10.2.2 Precauções a tomar ao criar comitês

PARTE 5 — RECURSOS HUMANOS

Capítulo 11 – Recursos Humanos
11.1 A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO
11.1.1 Considerações sobre a natureza do trabalho
11.1.2 O trabalho: fonte do progresso das civilizações
11.2 IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS HUMANOS
11.2.1 A equipe é o maior ativo
11.2.2 O administrador dos recursos humanos
11.3 AS ATIVIDADES DE RECURSOS HUMANOS

Capítulo 12 – Do Recrutamento à Admissão
12.1 SELEÇÃO E ADMISSÃO
12.2 RECRUTAMENTO
12.2.1 Recrutamento é atividade permanente
12.2.2 Como saber quem deve ser recrutado
12.2.3 Recrutamento e seleção: a unidade central
12.2.4 Prioridade para o recrutamento interno
12.2.5 Métodos de recrutamento externo
12.2.6 O processo de recrutamento
12.3 SELEÇÃO
12.3.1 Métodos de seleção
12.3.2 Considerações sobre casos especiais
12.4 ADMISSÃO
12.4.1 Documentação e registro
12.4.2 Integração
12.4.3 Período de experiência
12.4.4 Entrevista de desligamento
12.4.5 Fluxograma de recrutamento e seleção

Capítulo 13 – Treinamento e Administração de Cargos e Salários
13.1 TREINAMENTO
13.1.1 Por que as empresas treinam?
13.1.2 Tipos de treinamento
13.1.3 Riscos do investimento em treinamento
13.1.4 Responsabilidade pelo desenvolvimento das pessoas
13.2 ADMINISTRAÇÃO SALARIAL
13.2.1 Conceituações básicas
13.2.2 Cargo e função
13.2.3 Descrição de cargo
13.2.4 A avaliação do cargo
13.2.5 As faixas salariais de cada nível
13.2.6 A administração do plano de cargos e salários
13.2.7 O custo da mão-de-obra e seu peso nos resultados
13.2.8 Incentivos salariais

Capítulo 14 – Avaliação e Planejamento de Recursos Humanos
14.1 AVALIAR OU NÃO AVALIAR
14.1.1 Distorções freqüentes nas avaliações
14.2 AVALIAÇÕES DE DESEMPENHO
14.2.1 Finalidade e tipos de avaliações
14.3 AVALIAÇÃO DO POTENCIAL E DAS QUALIFICAÇÕES
14.4 POR QUE ALGUNS SISTEMAS DE AVALIAÇÃO NÃO DÃO CERTO?
14.5 PLANEJAMENTO DOS RECURSOS HUMANOS
14.6 REGISTROS E PAGAMENTOS

PARTE 6 – COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

Capítulo 15 – Comportamento Organizacional
15.1 A ADMINISTRAÇÃO: A ABORDAGEM COMPORTAMENTAL
15.1.1 Comportamento e resultados da organização
15.1.2 Taylor e Fayol
15.1.3 Os experimentos de Elton Mayo em Hawthorne
15.1.4 Os estudos de Mary Parker Follet
15.1.5 Os estudos de Simon sobre comportamento gerencial
15.2 AS NECESSIDADES INDIVIDUAIS E A MOTIVAÇÃO
15.2.1 A teoria das necessidades de Maslow
15.2.2 Teoria das relações humanas

Capítulo 16 – Estudos sobre Comportamentos nas Organizações
16.1 MCGREGOR: TEORIA X E TEORIA Y
16.1.1 Limitações da autoridade
16.1.2 Teoria X e teoria Y
16.2 OS ESTUDOS DE RENSIS LIKERT
16.2.1 Relação dos principais estudos
16.2.2 Tipos de supervisão
16.2.3 Lealdade aos colegas
16.2.4 Linking-pin (pino de ligação)
16.2.5 Liberdade de comunicação e sua percepção
16.2.6 Correlação entre comunicação e produção
16.2.7 Variáveis causais, intervenientes e finais
16.2.8 Sistemas de gestão empresarial
16.3 OS ESTUDOS DE CHRIS ARGYRIS
16.3.1 Job enlargement
16.3.2 Empowerment
16.4 OS FATORES MOTIVACIONAIS DE HERZBERG

Capítulo 17 – Estilos Gerenciais
17.1 A GRADE GERENCIAL
17.1.1 A concepção de Blake e Mouton
17.2 A CONCEPÇÃO DE REDDIN: A TEORIA 3D
17.2.1 Os estilos básicos
17.2.2 Um esboço da teoria 3D
17.3 A TEORIA DA CURVA DA MATURIDADE

Capítulo 18 – Liderança e Cultura Organizacional
18.1 LIDERANÇA
18.1.1 Conceituação
18.1.2 O que é um líder e o que ele faz
18.1.3 Diferenças entre o líder e o administrador
18.1.4 As características de um líder
18.1.5 Formas de liderar
18.1.6 Liderança situacional
18.1.7 Os mitos sobre liderança
18.1.8 Líderes problemáticos
18.2 CULTURA ORGANIZACIONAL
18.2.1 Conceituação
18.2.2 Como é usada a cultura
18.2.3 Culturas dos ramos de negócios e subculturas da organização
18.2.4 Formalização da cultura
18.2.5 Ensinando a cultura
18.2.6 Mudança de cultura

PARTE 7 – ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS

Capítulo 19 – Centralização e Descentralização
19.1 DELEGAÇÃO DE AUTORIDADE
19.1.1 Características da delegação
19.1.2 Etapas do processo de delegação
19.1.3 Quando delegar
19.1.4 O que pode ser delegado
19.1.5 Como delegar
19.2 AMPLITUDE DE SUPERVISÃO
19.2.1 Em que consiste
19.2.2 Fatores que influem na amplitude de supervisão
19.2.3 Influência da amplitude de supervisão no número de chefias
19.3 CENTRALIZAÇÃO E DESCENTRALIZAÇÃO
19.3.1 Em que consiste centralizar e descentralizar
19.3.2 Vantagens da descentralização
19.3.3 Riscos da descentralização
19.3.4 Situações especiais em que pode convir centralizar
19.3.5 Etapas de um plano de descentralização
19.3.6 Delegação, descentralização e desconcentração

Capítulo 20 – Tipos de Estruturas Organizacionais
20.1 ESTRUTURAS FUNCIONAIS
20.1.1 O que são estruturas funcionais?
20.1.2 Vantagens e desvantagens das estruturas funcionais
20.1.3 Quando usar a estrutura funcional
20.1.4 Diversificando-se: integração vertical e horizontal
20.1.5 Sintomas que indicam a exaustão do modelo funcional
20.2 ESTRUTURAS DIVISIONAIS
20.2.1 Divisionalização
20.2.2 O que são estruturas divisionais?
20.2.3 Modelos de estruturas divisionais
20.2.4 O que cabe às divisões e à administração central
20.3 ESTRUTURAS MATRICIAIS
20.3.1 Em que consiste a estrutura matricial?
20.3.2 Vantagens e desvantagens da estrutura matricial
20.3.3 Quando usar a estrutura matricial
20.4 ROTEIRO PARA MONTAR ESTRUTURAS DIVISIONAIS E MATRICIAIS

Capítulo 21 – Mudanças Organizacionais e a Organização como Sistema Aberto
21.1 MUDANÇAS
21.1.1 Por que mudar?
21.1.2 A mudança de uma ordem estabelecida
21.1.3 Desenvolvimento organizacional
21.2 A ORGANIZAÇÃO COMO SISTEMA ABERTO
21.3 O SISTEMA MECÂNICO E O SISTEMA ORGÂNICO
21.4 TEORIA DA CONTINGÊNCIA
21.5 COMO CHEGAR A UMA BOA ESTRUTURA

PARTE 8 – A TOMADA DE DECISÕES

Capítulo 22 – A Tomada de Decisões
22.1 CONCEITUAÇÃO
22.1.1 Características das decisões
22.1.2 Tipos de decisões
22.2 DECISÕES ESTRUTURÁVEIS E POUCO OU NÃO ESTRUTURÁVEIS
22.2.1 Etapas do processo decisório estruturado
22.2.2 Erros comuns nas tomadas de decisão
22.2.3 Decisões pouco estruturáveis
22.3 ASPECTOS PSICOLÓGICOS DAS DECISÕES
22.3.1 Impossibilidade de avaliação totalmente objetiva
22.4 A INFORMAÇÃO
22.4.1 A importância da informação
22.4.2 Tipos e objetivos dos sistemas de informações
22.4.3 Sistemas de informações gerenciais
22.4.4 Sistemas de apoio à decisão
22.4.5 Sistemas de informações para executivos
22.4.6 Importância das informações externas à organização
22.5 CENÁRIO BALANCEADO
22.5.1 Conceituação
22.5.2 Avaliação dos capitais intangíveis
22.6 QUEM PARTICIPA DAS DECISÕES
22.6.1 Conceituação

PARTE 9 – TENDÊNCIAS ATUAIS DA ADMINISTRAÇÃO

Capítulo 23 – Qualidade Total e Benchmarking
23.1 O QUE É QUALIDADE
23.1.1 Histórico e princípio básico
23.1.2 Os 14 princípios de administração segundo a qualidade total
23.2 GESTÃO DA QUALIDADE TOTAL
23.2.1 O desafio da qualidade
23.2.2 Princípios da gestão da qualidade total
23.2.3 Etapas da qualidade total
23.2.4 Círculos de controle da qualidade
23.2.5 Uma crítica à qualidade total
23.3 CERTIFICADOS ISO 9000 E ISO 14000
23.3.1 O que são e para que servem
23.3.2 A obtenção do certificado ISO 9000
23.3.3 A gestão ambiental e as normas da série ISO 14000
23.4 BENCHMARKING
23.4.1 Aplicações do benchmarking

Capítulo 24 – Aperfeiçoamento dos Processos
24.1 A BUROCRACIA E A DESBUROCRATIZAÇÃO
24.1.1 A burocracia segundo Max Weber
24.1.2 Burocracia patológica e desburocratização
24.1.3 Sintomas
24.1.4 O que é desburocratização?
24.1.5 Dificuldade de mudanças num sistema burocrático
24.1.6 A desburocratização nas empresas
24.2 REENGENHARIA: CONTRIBUIÇÕES E PROBLEMAS
24.2.1 Definição
24.2.2 Por que é freqüente a necessidade da reengenharia?
24.2.3 Princípios básicos
24.2.4 O uso da tecnologia da informação
24.3 A REENGENHARIA NAS ORGANIZAÇÕES
24.3.1 A implantação da reengenharia de processos
24.3.2 Condições para o êxito da reengenharia
24.3.3 Os méritos e os problemas da reengenharia
24.3.4 As conseqüências sobre os empregados
24.4 DOWNSIZING
24.4.1 Conceito e definições

Capítulo 25 – Gestão do Conhecimento
25.1 GESTÃO DO CONHECIMENTO: CONCEITOS FUNDAMENTAIS
25.1.1 Era do conhecimento — capital intelectual
25.1.2 Definições
25.1.3 A gestão do conhecimento
25.2 ORGANIZAÇÕES QUE APRENDEM
25.2.1 Conceitos e definição
25.2.2 O que caracteriza a organização que aprende
25.2.3 As disciplinas da organização que aprende
25.2.4 Como criar uma organização que aprende
25.2.5 Etapas para criar a organização que aprende
25.2.6 O teste e fatores de êxito da organização que aprende
25.2.7 Profissionais do conhecimento e importância das equipes

Capítulo 26 – A Nova Administração
26.1 GLOBALIZAÇÃO
26.1.1 Panorama geral
26.1.2 Globalização, políticas públicas e educação
26.2 CONCEITUAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
26.2.1 Definição
26.2.2 Globalização empresarial
26.3 VANTAGENS E RISCOS DA GLOBALIZAÇÃO
26.3.1 Vantagens da globalização
26.3.2 Riscos da globalização
26.3.3 Conclusão
26.4 FUSÕES, INCORPORAÇÕES E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS NO MERCADO GLOBAL
26.4.1 Conceituação e definição
26.4.2 Tipos de alianças
26.4.3 Fatores críticos para o sucesso de uma aliança
26.4.4 Armadilhas no gerenciamento de alianças
26.5 NOVAS FORMAS DE VÍNCULOS ENTRE TRABALHADORES E ORGANIZAÇÕES
26.5.1 Terceirização
26.5.2 Histórico
26.5.3 Vantagens e desvantagens da terceirização
26.5.4 Cuidados a serem tomados na terceirização
26.5.5 Conclusão
26.6 O TELETRABALHO
26.6.1 Vantagens do teletrabalho
26.6.2 Desvantagens do teletrabalho
26.6.3 Atividades que se adaptam melhor ao teletrabalho
26.7 JORNADAS ATÍPICAS
26.7.1 Horário móvel
26.7.2 Jornadas variáveis
26.8 AS ESTRUTURAS TRADICIONAIS
26.8.1 A estrutura funcional
26.8.2 A estrutura divisional
26.8.3 A estrutura matricial
26.9 AS ESTRUTURAS ATUAIS
26.9.1 Inexistência de um modelo-padrão
26.9.2 A organização virtual
26.9.3 Redes de organizações
26.10 CARACTERÍSTICAS DE OPERAÇÃO
26.10.1 Tendências que se consolidam

Índice remissivo
Estado de conservação:
Tipo de encardenação: Brochura
Ano: 2013
Autor: Francisco Lacombe e Gilberto Heilborn
Editora: Saraiva
Páginas: 544
ISBN: 9788502072442

Informação adicional

Peso 1300 g
Ano

2013

Autor
Editora

Estado de Conservação
ISBN
Páginas

544

Tipo de encardenação

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